quarta-feira, 25 de maio de 2016

Duque de Caxias no Festival de dança de Joinville




Entrevista da Cia de Dança 
Encontrei a minha querida amiga Silmara no Cinema da Unigranrio participando da Conferência Extraordinária de Cultura da cidade de Duque de Caxias em um dia importante e muito produtivo em que foram definidas novas regras do conselho de cultura. 

Ela estava acompanhada de uma galera jovem e muito bonita formada por bailarinos da Escola de Dança Adriana Miranda. 


Caracterizados os bailarinos dançam quando recebem a doação.
Silmara me surpreendeu informando que os adolescentes tinham conquistado uma apresentação especial no festival de dança mais importante do país, o de Joinville, mas que a trupe não tinha recursos para financiar o transporte e o breve tempo que participariam daquele rico encontro de representantes da dança de todo o mundo. Na verdade, o grupo corria com um Livro de Ouro solicitando doações para o pagamento das passagens. 
Fiquei pensando o quanto de talento que esta Duque de Caxias e a Baixada tem e que se perde pelas limitações de  recursos. Este é mais um dos exemplos da diferença entre o fazer arte burguês e o proletário, as dificuldades são maiores para nós, mas, também, nos mobiliza para conseguirmos vitórias coletivas que são se transformam em memórias afetivas cheias de orgulho.
Peço aos amigos, alunos, companheiros, artistas e simpatizante das artes que ajudem estes jovens a viver este sonho com altivez e dignidade. Nossos talentos são muitos e devem ganhar o mundo.

  
Fonte: joiville.sc.gov.br

Para ajudar na compra das passagens e estada dos dançarinos doe:

Banco Itaú
Agencia: 0405
C/Poupança: 42832-7/500
Data limite de depósito: 15/06/2016

Fonte: G1.globo.com


terça-feira, 24 de maio de 2016

Conferência Municipal Extraordinária de Duque de Caxias


Foto: Eduardo Prates
A Conferência Municipal Extraordinária de Duque de Caxias foi um grande marco, em meio a crise detonada pelo governo Temer na área da cultura com o fim do Minc, da resistência e do poder de mobilização dos atores sociais de Duque de Caxias e da Baixada Fluminense. 
A cidade se posicionou frente ao governo usurpador e, sobretudo, ampliou o debate da participação dos movimentos sociais, dos agentes culturais e da sociedade em relação a cultura do município.
Os representantes da secretaria de cultura tiveram um papel fundamental na organização dos trabalhos e na garantia da participação democrática. 
Temos que avançar neste e em outros aspectos fundamentais da cidade, tais como: transporte e mobilidade urbana, plano diretor e um modelo de cidade mais justa e participativa, transparência pública e participação no orçamento, maiores investimentos em educação e saúde no terceiro e quarto distrito da cidade. 
Foto Clara de Deus
Queremos uma cidade transparente, participativa e capaz de ofertar serviços de qualidade e periódicos em todos os distritos.





https://www.facebook.com/culturabf/videos/180861668975828/?__mref=message_bubbleConferência Extraordinária de Cultura de Duque de Caxias

quarta-feira, 4 de maio de 2016

SE CAXIAS FOSSE NOSSA

Este é um dos debates mais interessantes sobre a minha cidade, Duque de Caxias, e eu queria muito participar, mas por razões profissionais não poderei ir. Acho os convidados ótimos e sinto profundamente não conseguir estar presente para dividir minhas angustias e ideias sobre uma cidade que eu e muitos amigos desejamos. No entanto, deixo aqui alguns questionamentos que considero importante para contribuir no debate e, se estivesse presente, levaria para análise dos presentes:
1) Qual a relação entre o alto Orçamento Público de Duque de Caxias e a reprodução de governos ligados aos setores de transporte, saúde e serviços públicos?
2) Porque independente de quem esteja no governo, o Orçamento da cidade é uma caixa preta e não é acessado pela sociedade e por instituições sociais organizadas?
3) Além do Orçamento, por onde passa as formas de reprodução do poder na cidade? Na Câmara dos Vereadores? No domínio dos órgãos de execução das leis municipais? no Empresariado
Local ou nas grandes empresas sediadas no município?
4) Em um cenário de crise e golpe político, qual a disposição das forças de esquerda de conversarem em função de projetos aliados e conjuntos em prol de uma sociedade mais justa, democrática e livre para afirmar princípios em defesa da humanidade?
5) Têm uns dez anos que fiz esta pergunta aos meios alunos da Figueira, CIEP 340, e, também, aos alunos do Irineu Marinho no Centenário: Se Caxias fosse sua o que você faria?
As respostas foram múltiplas e todas muito interessantes. Porém, elas demonstravam claramente que os meus alunos viam cidades diferentes e que correspondiam a realidades diversas. Em ambos os bairros eles não se sentiam cidadãos ou muito menos como sendo pertencente a cidade. Se viam como jovens de bairros pobres e carentes de tudo.
São muitos os desafios para transformar a nossa realidade em um cenário mais justo e igualitário:
- Integrar a cidade através de mecanismos de participação mais efetivos;
- debater amplamente o Plano Diretor através das audiências públicas; 
- debater instrumentos como o IPTU progressivo;
- exigir como compromisso do próximo gestor a revisão das planilhas dos custos dos transportes públicos;
- reivindicar creches e escolas públicas em condições do exercício da educação em todos os distritos;
- revisão da gestão e dos contratos dos serviços públicos orientados, historicamente, pelos interesses empresariais;
- apontar para os movimentos de moradia e das dificuldades do acesso a terra na cidade;

Devemos defender medidas que democratizam a cidade, que é periférica, mas que, também, é uma potência econômica, e que reproduz a lógica de segregação de centro e periferia para os bairros mais pobres e distantes, carentes de infraestrutura e serviços básicos de atendimento a população.
Acredito que tenha chegado o momento de alargarmos a articulação de uma frente ampla para discutirmos a cidade que queremos.

Respeito muito todos os debatedores e desejo um bom debate e que tudo que seja falado tenha reflexo na vida dos cidadãos de nossa cidade.

ASSISTA:

quinta-feira, 28 de abril de 2016

O dia da Baixada: duas estagiárias e um idealista

Corria a virada dos anos noventa para dois mil quando conheci o professor Paulo Manhard, confesso que a primeira impressão foi muito engraçada, no meio das conversas ele tirava uma leve cochilada.
Já tinha estado com ele em anos anteriores por conta do movimento estudantil e do Instituto de Educação Roberto Silveira, que, também, abrigava a faculdade de pedagogia da UERJ na Baixada. Esta história por si só é uma longa história. Porém, estava morando ou frequentando a Vila São Luís quando decidiram transformar um CIEP da Vila na faculdade de Educação da Baixada Fluminense.
Para época foi mais que um reboliço, foi uma conquista e é uma das mais importantes da Baixada. De novo confesso, que apesar de estar tão próximo de tudo que via, ainda era muito envolvido com a UFRJ - que sempre foi uma espécie de casa para mim, literalmente. Fui um alojado e, portanto, carrego os prazeres e desprazeres de ter esta instituição em mim. Foram anos prazerosos de aprendizagem e vida. E não via o quanto a UERJ ocupava, conforme a visão de Darcy Ribeiro, a Baixada, a Região Metropolitana e interior do Rio de Janeiro.



Mas... seguia a primeira turma de pedagogia da FEBF quando, a minha companheira da época, passou no processo de seleção do PIMBA. Fiz parte do primeiro processo de seleção deste núcleo de pesquisa, mesmo não estando ali tão próximo, mas na época ninguém sábia o que seria aquela ideia louca, muito menos o professor Manhard, que sempre muito sensível para a Baixada, percebia ali uma espécie de germe que daria enormes frutos. O Educador tinha ideias e, as vezes, dormia falando delas, mas elas se germinavam por pessoas e lugares.
Digo que participei porque desde o processo de seleção até entrar as primeiras duas estagiárias estava acompanhando de perto e, também, de longe tudo que acontecia. E no linguajar popular, engoli barriga, para o turbilhão que é a Baixada nos dias atuais.
Na verdade, o professor Paulo, ao perceber que era possível aprovar uma linha de pesquisa e extensão, e foi aprovado, começou a selecionar alunos que pertenceriam ao PIMBA. 
As duas que mais se destacaram na época foram a Tatiana Rodrigues e Carla, que não lembro o sobrenome, mas era muito dedicada ao que fazia.
No entanto, as duas não tinham um envolvimento maior com os movimentos da Baixada, a não ser pelo fato de serem da própria baixada - e isso, naquele momento no qual uma ideia nova era tão difícil de ser compreendida, já era muito. E elas colaboraram no processo de seleção e, também, passaram na seleção. Uma vez constituído o PIMBA e realizado todos os processos administrativos e acadêmicos, o que fazer? 
Era uma dúvida para elas e uma espécie de certeza do professor.
Confesso, mais uma vez, que achava que o professor até reconhecia que havia mais possibilidades, mas em sua tranquilidade e espírito amigo, permitiu que as meninas dessem início a algo que seria não apenas novo, incerto, mas fundamental para construção de uma nova história da expressão e educação nas periferias do país.
Tatiana um dia chegou em casa e me agradeceu pelas informações que tinha dado, pois ela fazia parte do PIMBA. E a ideia fundamental era construir uma espécie de grande rede do que havia na Baixada. Falei com certo desconforto que não tinha feito nada, até porque, realmente, havia feito muito pouco em comparação aos amigos e companheiros que já vinham em se posicionado em uma guerrilha pela Baixada.
Eu estava mais para o Rio e com o sonho da possibilidade de um filho de empregada doméstica ser um acadêmico. Belford Roxo, Nova Iguaçu e Caxias era meu mundo real, não via políticos, gestores e muitos movimentos com uma imagem legal. Prefeitos do amor e da morte estavam ligados ao mandonismo local. 
Via, mas não tinha a compreensão do que acontecia naquele momento. Muitos amigos resgatavam e reconstruíam histórias, cantavam músicas e sambas, ensaiavam peças, desejavam fazer filmes e realizavam. 
Parte do que apontei para o primeiro encontro do Dia da Baixada foi feito, mas elas descobriram muito mais.
Foi muito bonito quando as meninas da Baixada falaram das suas descobertas e quantas pessoas estavam com a percepção de que as histórias, culturas, as gentes e seus conflitos e conquistas queriam falar. Havia um cenário de ebulição e muitas mudanças ocorriam.
O balanço do evento foi dividido em dois momentos: o primeiro, com o professor Paulo, que dormiu diante dos relatos das meninas – não porque desprezasse ou quisesse, mas por uma contingência de saúde, - e percebeu que plantou a semente e outro na minha casa.
Lembro quando em meu 486 e na velha lexmark, fizemos o release do Dia da Baixada. As meninas ligando, caçando, procurando e convocando as pessoas para o evento que marcaria uma data especial para reconhecer o que estava sendo feito por aqui.
A ingenuidade delas demonstrava claramente o quanto o professor Paulo não queria situações viciosas e estava acreditando em pessoas que podiam aprender a reconhecer o que éramos naquele momento. 
Elas, por sua vez, se defrontavam com seus conflitos e preconceitos, se viam como moradoras e pessoas da Baixada. E era difícil admitir isso.
É importante falar que a Carla era uma jovem negra, muito bonita, e queria ser modelo e que sonhava sempre em alçar lugares, pessoas, para além do lugar que morava.
Tatiana - por sua vez - tinha uma formação, passionalidade e elegância - se é possível conviver as duas coisas - que estava sempre para além da Baixada e de todos os lugares.
Mas elas conseguiram. Foram atrás das pessoas, ligaram, assumiam que eram estagiárias e não sabiam bem o que queriam, e construíram os elos que o professor Paulo percebia que havia em tudo que era produzido naqueles dias.
Eu, como de praxe, não pude viver todo o momento porque tinha meus alunos e aulas para dar - naquela ocasião - no Rio. E senti profundamente quando elas, em minha casa, comemoram cada pequena conquista em uma UERJ que passava por muitas dificuldades: nde seria impresso os cartazes? Os contatos seriam feitos por qual telefone? Os relatórios, as exigências, as disputas internas de entregas de documentos nos prazos? Quem responderia pelas bolsas e pelos pareceres? Como ficaria a futura eleição da gestão da Unidade de Educação?  
Naquele tempo arquei com pequenos e satisfatórios custos e percebi o quanto, para aquelas duas meninas foi importante ter a certeza daquela realização.
O professor Paulo, naquele momento, amargava preocupações políticas de tudo que era novo e queria ter à certeza que seus companheiros abraçariam a Baixada, como ele.
Havia muitos sonhos, muitas perspectivas que estavam para além da FEBF e que não estavam comprimidas ao cenário da Baixada.
A FEBF não era a consolidação da UERJ em Caxias. A FEBF estava nascendo com um compromisso com o lugar, com o território, com as ideias e tudo que somos nós.
Muitos companheiros de hoje passaram e estão por lá. O sonho do professor Paulo e de muitas pessoas que passaram pelo Roberto Silveira e pela Faculdade de Educação da Baixada Fluminense é vívido e tem transformado vidas.
De fato, o Professor Paulo Manhard merece um reconhecimento como um educador que sonhou em ver a educação se firmar por aqui, por nossos sertões que se levantam com o tempo.





quarta-feira, 20 de abril de 2016

Uma rosa para Dilma

A presidenta teve acertos e erros, como todos os seres humanos, mas sua honestidade é reconhecida por amigos e adversários como ímpar. Como liderança de um país ninguém quer contabilizar erros e o que se espera é o somatório dos acertos, mas o jogo político e econômico é marcado por altos e baixos e o que define sobre quem fica ou sai é a base que constrói ao longo do tempo. Se esta base política faltou a presidenta, não tem faltado manifestações de carinho e até gestos de quem está, aos poucos, recobrando uma certa lucidez.
Givaldo Barbosa / Agência O Globo

Infelizmente os ativos eram podres e o que foi um dia à sustentação do governo virou um teatro de bizarrices com deputados traindo a presidenta em nome de Deus, dos filhos, dos netos e da família. Os interesses privados sobrepôs, mais uma vez, aos interesses públicos e o clientelismo e o voto de cabresto foi exposto como uma ferida aberta e fétida de nossa estrutura política alimentada por um congresso que reproduz vícios de cima para baixo e de baixo para cima.
Jornal de Brasilia.com.br

Passado o calor do golpe midiático vejo crescer o número de pessoas que agora reconhecem o exagero da flagelação que fizeram com a senhora presidenta e cresce o número de cidadãos que a reconhecem como uma mulher digna e guerreira. 

Queria está em Brasília é dividir o ato de carinho e consideração e dar-lhe uma rosa vermelha.


Vejo muitos amigos preocupados em amparar e dar força para esta presidenta que é um exemplo para muitos homens que não conseguem manter princípios éticos, como ela o faz. 

Tenho a impressão que cresce um tipo de esperança saudosista no qual um número maior de pessoas que julgaram, xingaram, falaram mentiras, tiveram raiva e ódio, sem saber o que estavam fazendo, caiam em si sobre a violenta e brutal discórdia que alimentaram no país.

Ontem um professor amigo, que era a favor do golpe contra a Dilma falou-me: 
"Prates acho que defendi uma causa errada. 
O Eduardo Cunha quer se livrar da cassação e já mobilizou os deputados para conseguir um perdão para seus crimes e continuar como presidente do congresso. 
O Temer está negociando o fim das investigação e vai trazer o Armínio Fraga, que defende o congelamento de salário do setor privado e público. Hoje vi que o programa do PMDB, Ponte para o Futuro, fala em muitos cortes para às áreas sociais e educação..."

Enquanto o meu colega falava, eu observava... Pareceria eu falando semana passada. Para ele a ficha caiu após o fim do lisérgico midiático. Para muitos, quando os "cortes na carne" começar a sangrar os limites do consumismo alimentado ao longo destes doze anos, talvez se coloquem na posição de negação ao que apoiaram.

Tenho esperança que muitos e muitos cidadãos comecem a retomar o estado de consciência mediano que molda o comportamento das sociedades. 

A imprensa internacional se pergunta porquê do Golpe e faz escárnio da imagem do congresso nacional e se perguntam como o país entrou em tal estado de transe para deixar que criminosos com passagem pela polícia e outros respondendo a processos por corrupção afastaram uma presidenta sem qualquer prova ou justificativa plausível.

Analistas estão levantando os crimes dos parlamentares que falaram em nome de Deus e da honestidade. Alguns apontam que mais de 70% dos deputados que falaram SIM respondem por algum tipo de ato ilícito, em alguma das esferas da gestão pública (municipal, estadual e federal). 

O levantamento está sendo realizado e, em breve, sairemos com o mapa dos desonestos que falaram em nome de um Brasil sem corrupção.

Por outro lado, a irresponsabilidade do chefe do congresso e a sanha pelo poder, o fez prender a pauta do governo. Não se vota nada e o país segue acumulando problemas. A fatura que será entregue à sociedade tem origem neste encilhamento em que a rapinagem do congresso colocou o governo.

O Senador Renan Calheiros e suas contradições pessoais, que agora sofre pressão de todos os lados, têm lastros de vestígios de pouca probidade arquivados pelo delinquente que preside o congresso. Calheiros segue em banho maria esta semana de feriado e sinaliza que entregará a cabeça da guerreira aos líderes dos partidos na semana que vem. Renan quer lavar as mãos e deixar para os senadores a decisão. Chamou o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski para garantir a legitimidade dos passos seguintes.

Os próximos passos serão suaves e, como o FUNK da moda, se mostram tranquilos e favoráveis para parte dos representantes do congresso ligados aos interesses da terceirização, da bancada da bala, dos transgênicos, dos grileiros e ruralistas e tantos outros que falam em nome de Deus, da FIESP, do empresariado que sonha com a quebra de leis trabalho, com o fim seguridade e de muitos direitos dos cidadãos. Segue a barca que conduzirá a destituição da presidenta e as altas faturas a serem pagas pela sociedade.

No entanto, ainda tenho esperança que os efeitos do chá lisérgico e midiático tomando por parte de nossa nação passe logo e que muitos recobrem a oblíqua consciência mediana.

Enquanto isso não ocorre, flores a Dilma.


    

Reflore-se para a Vida



A luta é grande e ocorre em diversas frentes. Este movimento é um dos mais bacanas que tenho participado. 
O Reflore-se é um movimento que tem por objetivo recuperar áreas públicas de nossa cidade. As ações são pontuais e envolve outros movimentos e cidadãos em busca de um processo de transformação pessoal e de toda a sociedade.
Neste fim semana fizemos uma ação em Santa Cruz da Serra (Duque de Caxias), na rua do Carvão, esquina com a Automóvel Clube. Entrada do Barro Branco.

O movimento acabou por receber diversas denúncia da comunidade. A mais grave é que, além do aumento da violência e do abandono do poder público, existe uma mina de água que está sendo explorada de forma indiscriminada e que já está afetando a vida dos moradores que só tem o poço artesiano para ter água.
 
O Rio Lílico está morrendo.
A denúncia é grave e exige a presença de fiscais municipais, estaduais e federais.
Moradores informaram que há um deputado federal explorando a área também e que uma das indústrias dele na área já foi fechada, mas ele tem explorado a região. 
Parte da água está sendo envazada em garrafas com diferentes marcas e galões de vinte litros.
Os caminhões pipas que saem da mata serve para atender parte do empresariado local e, também, prédios públicos. A população aponta para inúmeros crimes sendo realizados na região, mas que havia riscos de realizarem denúncias as autoridades locais porque é de reconhecimento público os problemas que existem ali.
O Reflore-se realizará novas ações com o objetivo de recuperar e revitalizar áreas públicas.
Venha Reflorescer você também.  





Educação ambiental e preservação.









Recuperar áreas degradadas 

 Áreas pública não são lixão, mas podem ser praças e espaços de lazer e arte.


Revitalizar e chamar atenção para as áreas verdes. O Rio Lílico está sendo degradado e morto.

Reciclar, Reutilizar e Reduzir.


O esforço de cada um é o esforço de todos nós!


 

sábado, 16 de abril de 2016

Reflore-se para a vida

O momento é um dos mais desafiadores do país. Os impactos da decisão deste fim de semana será direto sobre os caminhos da nossa democracia. A disputa política está tão acirrada que tornou - se pauta internacional. E em meio a este processo de colocar às viceras do país expostas ao mundo, aqui em Duque de Caxias chamamos atenção para os compromissos que a cidadania nos impõe: chamar atenção para o processo de devastação da mata atlântica e das reservas florestais da Baixada Fluminense.
Venha Reflorestar à vida onde todos acreditam que só a violência e pobreza.